domingo, 25 de novembro de 2012

"Aonde tenha sol é pra lá que eu vou"


   “Aonde tenha sol é pra lá que eu vou”
MARIA EDINA LONDE


           As gravações das experiências ficaram muito diferentes do que eu imaginava, os resultados foram surpreendentes, ao aproximar a câmara com o zoom ligado, pequenas pedras lembram, quem sabe, uma vista espacial. As folhas de couve mostraram as nervuras muito salientes como se fossem veios de rios, mapas hidrográficos.



As imagens capturadas com a câmara em movimento ficaram como se o mundo fosse virar de cabeça para baixo.




As captadas com a câmara presa na perna ficaram como feitas por alguém sem noção de tamanho e distância, como se feita por quem não soubesse focar, tudo sem cabeça, sem teto, sem copa...
Amei fazer estes exercícios, e outros, a pesar de minhas imagens não terem sido utilizadas na produção vídeo enviadas como tarefa, pois precisávamos fazer uma sequência que fizesse sentido com a música, foi muito bom ter realizado   estas experiências. Assim, que possível farei vídeos para utiliza-las.
Links dos vídeos dos exercícios:





Hoje 24 de novembro de 2012 nós acadêmicos do curso de Artes Visuais, disciplina de Tecnologias Contemporâneas 3, reunimos no Polo de Posse – GO para a produção do Vídeo Arte. Para a realização do vídeo a turma decidiu se dividir em dois grupos: Grupo 1 e Grupo 2. O Nosso grupo foi denominado Grupo 1, tendo como participantes:
 * Eliene Mendes
 * Ione Macedo
* Solane Carvalho
* Keila Mara Garcia
* Maria Edina
O vídeo foi realizado da seguinte forma: Fizemos a união de vários vídeos feitos por nós, agrupamos todos em um só vídeo, porém de forma harmoniosa comportando uma sequencia de ideias. O contexto musical é uma música do J.Quest: “Aonde tenha sol é pra lá que eu vou”, o que tem tudo haver com vídeo.
Link do vídeo arte



segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Fotonovela_Arte a Desvalorização

Segue o link da nossa Fotonovela, espero que gostem...
http://www.slideshare.net/ellyanjos/fotonovelaartes-visuais

domingo, 28 de outubro de 2012

O QUARTO PODER




No filme “O QUARTO PODER” o autor desenvolve a temática da força da mídia, deixando implícita a habilidade em direcionar os acontecimentos. Manipulando as relações dos indivíduos e das massas, suas opiniões, ações e reações, ao ponto de criar situações extremas, tendo como justificativa o querer, neste caso, dos jornalistas.  
O que nos leva a questionar que o nome dado ao filme enfatiza a existência de um quarto poder.  Dando a mídia status, fazendo-nos compara-la a outros poderes instituídos, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Com plenos poderes de reger, de contestar, de direcionar, de julgar, de mandar, de manipular etc. como aconteceu e acontece ainda hoje. Não nos esquecendo de estar atentos para o fato de que toda regra tem exceção. 
O filme trás a história de um vigilante, que é despedido por sua empregadora por causa da necessidade de conter despesas, e que na tentativa de reaver seu emprego, questiona sua ex-patroa, e não encontrando condições favoráveis ao retorno, ele se revolta e faz refém o museu e as pessoas que estavam lá dentro.  
Dentro do museu, além, do vigilante Sam Baily, da senhora Banks a empregadora e dona, encontravam-se várias crianças, a professora e guia, Max Brackentt, jornalista presente no local com a incumbência de fazer uma reportagem para pequena emissora onde trabalha, e do lado de fora outro vigilante.
Max que foi destituído do cargo de uma grande rede de televisão há algum tempo, tem pretensões de voltar novamente ao topo. No desenrolar dos fatos, vê a oportunidade de um grande furo de notícia, e a possibilidade de seu retorno ao sucesso, quando Sam acidentalmente atira em outro vigilante.
 Passa a manipular as ações e reações de Sam, chegando ao ponto de se fazer intermediador nas relações entre as forças policiais, e o vigilante. Vedando aos outros jornalistas a oportunidade de relatar os fatos, torna-se assim, o jornalista exclusivo, e o único a estar a par dos acontecimentos reais.
A princípio a Emissora, na figura de seu diretor, acha perigosa à jogada do jornalista e tenta dissuadi-lo a desistir, por questões éticas, vindo a concordar mais tarde.
O jornalista passa a transmitir imagens ao vivo de dentro do museu. Sam, induzido por Max faz exigências, a princípio, alimentos e melhorias para os que se encontram retidos. Depois essas exigências aumentam e tornam-se mais sérias.
Com as transmissões, as outras emissoras tentam de todas as maneiras fazer parte dos acontecimentos. E a grande emissora onde Max trabalhou se interessa novamente por ele, e o busca de volta. Ikevin Hollander, o jornalista ancora e pivô de sua demissão, reconhecendo a jogada de Max, tenta mudar o rumo dos fatos. Utilizando-se da ambição da assistente de Max, toma conhecimento de dados importantes, e passa por sua vez a manipular os fatos.
Max, não aceita a proposta de seus opositores, e continua manipulando Sam, mas, ao perceber que a interferência de Ikevin poderá desencadear uma tragédia, tenta parar e modificar a disposição do vigilante. Que após várias horas insones e sobre efeito de remédios, não consegue entender as colocações de Max, rompe o elo de confiança, e se descontrola totalmente vindo a se suicidar.
Max se entristece ao perceber ser responsável pelo trágico fim do vigilante. Se arrependendo tarde de ter usado o poder da mídia.
Olhando para os acontecimentos, os da ficção, apresentados no filme e os reais do nosso país, que segundo o Documentário Muito Além do Cidadão Kane, onde a mídia da Rede Globo de Televisão manipulou e manipula opiniões, através de sua programação, maquiando notícias, simulando acontecimentos, direcionando pesquisa a favorecer candidatos às eleições, em nome das tendências políticas e ideais de seu dono e diretores, percebemos que podemos traçar um paralelo.
E verdadeiramente, percebemos pouco, sobre a realidade dos acontecimentos em nosso país, e isso tudo faz com que analisemos estes acontecimentos por outro ângulo, que questionemos os fatos. E, chegamos à conclusão que tudo o que achávamos ser real, pode ser resultado de manipulações.