As gravações das experiências ficaram muito diferentes do que eu imaginava, os resultados foram surpreendentes, ao aproximar a câmara com o zoom ligado, pequenas pedras lembram, quem sabe, uma vista espacial. As folhas de couve mostraram as nervuras muito salientes como se fossem veios de rios, mapas hidrográficos.
As imagens capturadas com a câmara em movimento ficaram como se o mundo fosse virar de cabeça para baixo.
As captadas com a câmara presa na perna ficaram como feitas por alguém sem noção de tamanho e distância, como se feita por quem não soubesse focar, tudo sem cabeça, sem teto, sem copa...
Amei fazer estes exercícios, e outros, a pesar de minhas imagens não terem sido utilizadas na produção vídeo enviadas como tarefa, pois precisávamos fazer uma sequência que fizesse sentido com a música, foi muito bom ter realizado estas experiências. Assim, que possível farei vídeos para utiliza-las.
Links dos vídeos dos exercícios:
Hoje
24 de novembro de 2012 nós acadêmicos do curso de Artes Visuais, disciplina
de Tecnologias Contemporâneas 3, reunimos no Polo de Posse – GO para a
produção do Vídeo Arte. Para a realização do vídeo a turma decidiu se dividir
em dois grupos: Grupo 1 e Grupo 2. O Nosso grupo foi denominado Grupo 1,
tendo como participantes:
* Eliene Mendes
* Ione Macedo
* Solane Carvalho
* Keila Mara Garcia
* Maria Edina
O
vídeo foi realizado da seguinte forma: Fizemos a união de vários vídeos
feitos por nós, agrupamos todos em um só vídeo, porém de forma harmoniosa
comportando uma sequencia de ideias. O contexto musical é uma música do
J.Quest: “Aonde tenha sol é pra
lá que eu vou”, o que tem tudo haver com vídeo.
Link do vídeo arte
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domingo, 25 de novembro de 2012
"Aonde tenha sol é pra lá que eu vou"
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Fotonovela_Arte a Desvalorização
Segue o link da nossa Fotonovela, espero que gostem...
http://www.slideshare.net/ellyanjos/fotonovelaartes-visuais
http://www.slideshare.net/ellyanjos/fotonovelaartes-visuais
domingo, 28 de outubro de 2012
O QUARTO PODER
No
filme “O QUARTO PODER” o autor desenvolve a temática da força da mídia, deixando
implícita a habilidade em direcionar os acontecimentos. Manipulando as relações
dos indivíduos e das massas, suas opiniões, ações e reações, ao ponto de criar
situações extremas, tendo como justificativa o querer, neste caso, dos
jornalistas.
O
que nos leva a questionar que o nome dado ao filme enfatiza a existência de um
quarto poder. Dando a mídia status, fazendo-nos
compara-la a outros poderes instituídos, o Legislativo, o Executivo e o
Judiciário. Com plenos poderes de reger, de contestar, de direcionar, de
julgar, de mandar, de manipular etc. como aconteceu e acontece ainda hoje. Não
nos esquecendo de estar atentos para o fato de que toda regra tem exceção.
O
filme trás a história de um vigilante, que é despedido por sua empregadora por
causa da necessidade de conter despesas, e que na tentativa de reaver seu
emprego, questiona sua ex-patroa, e não encontrando condições favoráveis ao
retorno, ele se revolta e faz refém o museu e as pessoas que estavam lá dentro.
Dentro
do museu, além, do vigilante Sam Baily, da senhora Banks a empregadora e dona,
encontravam-se várias crianças, a professora e guia, Max Brackentt, jornalista presente
no local com a incumbência de fazer uma reportagem para pequena emissora onde
trabalha, e do lado de fora outro vigilante.
Max
que foi destituído do cargo de uma grande rede de televisão há algum tempo, tem
pretensões de voltar novamente ao topo. No desenrolar dos fatos, vê a
oportunidade de um grande furo de notícia, e a possibilidade de seu retorno ao
sucesso, quando Sam acidentalmente atira em outro vigilante.
Passa a manipular as ações e reações de Sam,
chegando ao ponto de se fazer intermediador nas relações entre as forças
policiais, e o vigilante. Vedando aos outros jornalistas a oportunidade de
relatar os fatos, torna-se assim, o jornalista exclusivo, e o único a estar a
par dos acontecimentos reais.
A
princípio a Emissora, na figura de seu diretor, acha perigosa à jogada do
jornalista e tenta dissuadi-lo a desistir, por questões éticas, vindo a
concordar mais tarde.
O
jornalista passa a transmitir imagens ao vivo de dentro do museu. Sam, induzido
por Max faz exigências, a princípio, alimentos e melhorias para os que se
encontram retidos. Depois essas exigências aumentam e tornam-se mais sérias.
Com
as transmissões, as outras emissoras tentam de todas as maneiras fazer parte
dos acontecimentos. E a grande emissora onde Max trabalhou se interessa
novamente por ele, e o busca de volta. Ikevin Hollander, o jornalista ancora e
pivô de sua demissão, reconhecendo a jogada de Max, tenta mudar o rumo dos
fatos. Utilizando-se da ambição da assistente de Max, toma conhecimento de
dados importantes, e passa por sua vez a manipular os fatos.
Max,
não aceita a proposta de seus opositores, e continua manipulando Sam, mas, ao
perceber que a interferência de Ikevin poderá desencadear uma tragédia, tenta parar
e modificar a disposição do vigilante. Que após várias horas insones e sobre
efeito de remédios, não consegue entender as colocações de Max, rompe o elo de
confiança, e se descontrola totalmente vindo a se suicidar.
Max
se entristece ao perceber ser responsável pelo trágico fim do vigilante. Se
arrependendo tarde de ter usado o poder da mídia.
Olhando
para os acontecimentos, os da ficção, apresentados no filme e os reais do nosso
país, que segundo o Documentário Muito Além do Cidadão Kane, onde a mídia da
Rede Globo de Televisão manipulou e manipula opiniões, através de sua
programação, maquiando notícias, simulando acontecimentos, direcionando
pesquisa a favorecer candidatos às eleições, em nome das tendências políticas e
ideais de seu dono e diretores, percebemos que podemos traçar um paralelo.
E
verdadeiramente, percebemos pouco, sobre a realidade dos acontecimentos em
nosso país, e isso tudo faz com que analisemos estes acontecimentos por outro
ângulo, que questionemos os fatos. E, chegamos à conclusão que tudo o que
achávamos ser real, pode ser resultado de manipulações.
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