Resenha.
Lúcia Gouvêa Pimentel em seu texto “Tecnologias Contemporâneas e o Ensino da Arte” nos faz refletir sobre as tecnologias no ensino da Arte e o papel do Educador frente a esta nova realidade, neste resumo citarei as partes que mais me chamaram a atenção e analisarei os fatos apresentados.
Em seu texto Ela informa que “A Apropriação e transformação de imagens procura dar uma nova significação a imagens já conhecidas, e ocupa na mídia, sendo cada vez mais usada em cartazes, out-doors e nos meios de comunicação eletrônicos”.
Que devemos buscar desenvolver a capacidade de ver e analisar imagens para quando produzirmos imagens, que ela tenha significação tanto para nós quanto para quem vê. E alerta para o fato de que as maneiras de produção e de conhecimento são muito variadas, e que devemos conhecer os meios todos, tradicionais e tecnológicos. Que devemos pensar artisticamente e ter pensamento crítico, saber analisar. É primordial o conhecimento dos instrumentos de produção artística “para que se consiga ver, significar e produzir Arte”.
Diz sobre a imagem estática e a imagem em movimento e afirma “A arte, em todos os tempos, sempre se valeu das inovações tecnológicas para seus propósitos. É necessário usar o que está disponível”. No momento as tecnologias estão ao nosso alcance para ser usada onde e como ela possa nos ser útil.
E que há “demora no reconhecimento, destas novas formas de arte, mas ao acontecer outras surgem, trazendo questionamentos”, até que seja reconhecida novamente. E que por vezes “a arte estimulou o surgimento de tecnologias”.
O uso de novas tecnologias na escola está com alguma defasagem, devido o seu desenvolvimento não ser direcionado ao processo educacional. Mas muitas vezes a escola se apropria das tecnologias desenvolvidas, e faz uso dela, em seu enfoque tradicional (pesquisa) ou nas aulas de computação ou informática, mas a maioria voltada para a produção de texto e banco de dados.
Que “a aprendizagem de conhecimentos em Arte, deve estar presente todo o tempo, quer quando se trabalha com meios tradicionais quanto quando se trabalha com recursos tecnológicos contemporâneos”, bastando usar o bom senso, nosso conhecimento e vontade para saberemos o melhor caminho, a melhor escolha. Os recursos são vários, as possibilidades inúmeras.
Ao escolhermos os recursos tecnológicos que usaremos, devemos ter em mente a melhor adequação e possibilidade destes para o resultado a ser alcançado na arte, e os efeitos podem ser muito interessantes e significativos. Mas antes de tudo é importante descobrir “como garantir o acesso às tecnologias contemporâneas” (a alunos e professores), pois é o “primeiro passo necessário para que se possa pensar e construir conhecimentos básicos para que se possa, também, pensar o ensino/elaboração de Arte contemporânea”.
Tudo isso nos leva a pensar que a responsabilidade daquele que caminha para ser mediador de aprendizagem em artes, deve estar preocupado em se preparar adequadamente, para suprir não só a necessidade de educadores para a arte, mas também que seja adequado às necessidades da nova forma de educar, de fazer e ensinar arte. É imprescindível ter conhecimento das tecnologias contemporâneas tanto quanto da metodologia tradicional, que tenha capacidade de direcionar a si e os alunos a uma aprendizagem segura e que garanta o desenvolvimento artístico, crítico, e estético criando possibilidades do pensamento artístico.
E a colaboração de “parceiros de diversas nacionalidades e culturas, como trabalhadores colaborativos via internet, é cada vez mais possível, com o avanço da tecnologia”, os educadores terem suporte com material técnico de qualidade e apoio com métodos modernos e precisos para a troca de conhecimentos e experiências, dando possibilidades de dinamizar o ensino de arte.
Bibliografia.
PIMENTEL, Lúcia Gouvêa – TECNOLOGIAS CONTEMPORÂNES E O ENSINO DA ARTE.
IMAGENS-www.chaves.com.br/TEXTSELF/EDTECH/tecned2.htm (usei palavra chave tecnologia na educação para encontrar este endereço)

Nenhum comentário:
Postar um comentário